TOP5 - As melhores da minha playlist do momento!

quinta-feira, novembro 28, 2013

Fazia tempo que não trazia música pros post, então, mais um TOP 5 pra animar o final de semana que tá chegando! Não classifiquei por ordem de #morrideamores, joguei aleatoriamente e comentei cada uma. Vamos conferir o que tá rolando na minha playlist e que não sai da cabeça? Pra começar...

Pitbull - Timber ft. Ke$ha
AMEI essa batidinha meio country que tem na música. Amo a voz do pitbull.. acho que ele tem voz (e cara) de HOMEM sabe? Acho ele um charme.. ahahahah Mas se eu for falar do que eu realmente amei no clip, em primeiro lugar, sem dúvidas, é essa dança (os flashs). Tá deeeee-mais! Resume-se nessa song o meu estilo musical preferido :)

Avicii - Wake Me Up
No mesmo estilinho meio country... acho que tá na moda essa batida né?

Lady Gaga - Applause
"I live for the applause, applause, applause..." Impossível não ouvir Gaga e lembrar dazamigaxxxx da facul! Não sou a maior fã, mas adoro essa música dela. E é daquelas que você fica na cabeça por uma semana, sabe? O ritmo dá vontade de se jogar na buatchy e dançar sem ver o dia de amanhã... kkkkkkkkkk

Macklemore & Ryan Lewis - Can't Hold Us
Dá vontade de pesar o pé no acelerador e passar por todo mundo com aquela visão lenta, sabe? Esse negócio de "this is the moment, tonight is the night" me dá vontade de ter uma câmera a mão e sair em alta velocidade filmando o "filme" da minha vida com essa música no volume máximo... #soudessas

DAVID GUETTA
Sim, por ultimo, mas não menos importante, MUITO PELO CONTRÁRIO. Não, não esqueci o nome da música, é que quis fazer menção ao Dj mesmo. Tou esperando mega ansiosa pelo show desse cara dia 7 de janeiro, e ele com certeza, é track confirmada na minha playlist da vida!!

Então é isso meu TOP 5. Espero que vocês tenham gostado. Beijinhos e até a próxima =***

TAG: 16 Perguntas Sobre Maquiagem

quarta-feira, novembro 27, 2013

Hello!!

Mais uma TAG, porque né... nunca é demais saber um pouquinho a mais.



Perguntas:

1- Tens 2 minutos para sair de casa, e não estás maquilhada, qual o único produto que passas no rosto?
2- Sabes realmente qual o teu tipo de pele?
3- Costumas ir ao dermatologista com frequência? Fazes tratamentos de limpeza?
4- Qual o teu hidratante favorito? Porquê?
5- Já sofreste, ou sofres de acne?
6- Algum produto de maquilhagem te originou acne ou alergia?
7- Preferes Base ou Corretivo?
8- Preferes Blush ou Bronzer?
9- Qual a tua marca preferida de batom? Porquê?
10- Pestanas alongados ou volumosos?
11- Duas marcas preferidas para produtos de cabelo e duas para maquilhagem.
12- Preferes comprar a maquilhagem em lojas físicas ou online?
13- Já usas-te ou usas receitas caseiras para a pele ou cabelos?
14- Costumas dormir maquilhada?
15- O que aconselhas para comprar a quem quer começar a usar maquilhagem?
16- Qual o produto que queres muito comprar mas não o fazes por ser muito caro?

Beijinhos e até a próxima =***

A culpa é das estrelas...

terça-feira, novembro 26, 2013


Peguei o livro com um amigo pra ler porque não aguentei a agonia de ouvir todo mundo falando bem do ditocujo e SÓ EU, euzinha, não ter lido. BUT, eu estava sendo corajosa – muito corajosa. Isso porque 10 em cada 10 pessoas diziam a mesma coisa: vai chorar horrores, a história é linda.

Eu tenho HORROR a chorar gente (apesar de eu ser a pessoa mais chorona do mundo inteiro). Odeio a sensação de que alguma coisa triste tá acontecendo com alguém/algo e eu não posso fazer nada.

Enfim, respirei fundo, deixei toda e qualquer expectativa de lado, e me joguei em A Culpa É Das Estrelas.

Hazel Grace – Só Hazel, por favor! – tem 16 anos e há 3 luta contra um câncer terminal que, apesar de encolhendo, não lhe dará mais que alguns anos de vida. Ela abandonou a escola há algum tempo e passa as tardes assistindo America’s Next Top Model, o que não quer dizer que ela seja totalmente infeliz (eu fazia isso quando SÓ estudava, tipo daquelas coisas que "SÓ" é uma ignorancia dizer porque já dá um trabalho do c*ralho).

A verdade é que Hazel há muito tempo aceitou seu destino, e a única coisa que a deixa preocupada, magoada e, principalmente, culpada, é a forma como seus pais precisam encarar esse grande desafio (tadinhos, já chorava daí do comecinho só de imginar a dor). Isso e a chatice de ter que ficar carregando um cilindro de oxigênio pra todos os lados.

As coisas começam a mudar em sua vida quando, por insistência da mãe, ela vai à reunião de um grupo de apoio para jovens com câncer. Não era sua primeira vez, claro. Já estava acostumada com o ambiente meio esquisito e o discurso otimista, mesmo para os que não tinham mais chances… Mas era a primeira vez de Augustus Waters (o Gus).

Gus é lindo e tem sua própria cota de sofrimento, tendo perdido uma perna por conta do câncer. Ele é amigo de Isaac, um menino cego com quem Hazel dividia suspiros irônicos durantes as reuniões, e acaba se aproximando da menina. E é claro que daí nasce um relacionamento bastante real, com aspectos dramáticos e muitos momentos fofos, tipo, VÁRIOS.

Tipo esse... *-*
Uma das coisas que a menina mais ama na vida é um livro chamado “Uma Aflição Imperial”, que termina no meio de uma frase, deixando muitas questões em aberto. Fã incondicional do autor, Hazel sonha em descobrir o que aconteceu – só assim sua vida poderia seguir completa. Mas o autor nunca respondeu nenhuma de suas cartas.

Com um empurrãozinho da doença, Gus e Hazel acabam em uma aventura meio surpreendente [e essa é a parte que achei menos real do livro] para encontrar Peter Van Houten, o autor. E essa é só uma das várias reviravoltas da história, que acabou me prendendo durante cada página, até o fim (mesmo eu tendo desistido de ler, por medo de chorar mais, umas várias vezes)

O livro é completamente fofo e emocionante. Não é exagerado, mas acho que justamente o contrário – uma vez ou outra sinto que faltou uma profundidade nos sentimentos, talvez culpa da narrativa em primeira pessoa. Diferente da caricatura que poderíamos encontrar, achei os personagens muito bem construídos – apesar de não tão profundos quanto imaginei.

Hazel é forte (ou finge muito bem), preocupada com os outros mais do que consigo mesma, com um humor ácido e ótimas doses de ironia. Gus é fofo, inteligente e muito cativante, tornando as interações ainda mais bacanas. Sem contar o humor negro que permeia muitas partes da narrativa (ADORO!).

O livro me envolveu de uma forma despretensiosa. Não foi algo extremamente arrebatador, mas conseguiu mexer comigo não só pela situação que aqueles jovens – Gus, Hazel, Isaac e todos os outros – viviam, mas pelas famílias e todos ao redor.

John Green conseguiu me pegar COMPLETAMENTE desprevenida, numa das melhores reviravoltas de trama que li nos últimos tempos. Sem exageros, não esperava o que ele fez. Partiu meu coração em um milhão de pedacinhos… Mas sabia que aconteceria, isso precisava ser feito. Pacientes terminais morrem. É a vida. É a crueldade do destino. A culpa das estrelas.

Para quem ama histórias fofas, apesar de dramáticas, bem escritas e envolventes esse livro é uma ótima pedida. Mas aconselho que façam como eu: com calma, sem expectativas. Deixe Hazel, Gus e John Green surpreenderem você. :)

Uma frase pra resumir? Tá: “Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter.” (p.235)